Busqueda Avanzada
Buscar en:
Título
Autor
Poesía
Todos
Ordenar por:
Mas recientes
Menos reciente
Más vistas
Defecto
Poema
Categoría: Tristeza

Como viver sem voce...

Pensei que um grande amor
Nunca pudesse acabar
Que sobrevivesse as duvidas,
De entender sem nos julgar.
Achei que existiria
Alguém que de verdade
Pudesse me ofertar,
Seu carinho e amizade.
Só que de repente vi
A nuvem de seu descrédito
A se mostrar ao meu ser,
Com intensa crueldade.
Me feristes sem querer
Com o teu silencio mudo
Ao pensar que eu era algo,
Quando pra mim fostes tudo.
A real supremacia
De um sentimento humano
E podar as coisas boas,
E viver só de enganos.
Quando disse que te amava
Nunca blefei este amor
Fui sincera e aguardava,
Que entendesse o meu valor.
Posso não ter nada na vida
Ser humilde e tão simplória
Mais agradeço muito a Deus,
Por fazer-me jóia rara.
Os humanos se confundem
Sem saber que ainda existe
Corações apaixonados,
Que muito no amor se persiste.
Talvez por engano ou magoa
Saia desta amargura
Mais uma vez derrotada,
Pela triste desventura.
Datos del Poema
  • Código: 95608
  • Fecha: 21 de Abril de 2003
  • Categoría: Tristeza
  • Media: 5.71
  • Votos: 84
  • Envios: 5
  • Lecturas: 2,513
  • Valoración:
Datos del Autor
Nombre:
País: Sexo: Sin Datos
Fecha de alta: 27 de Enero de 2026
Ver todas sus poesías
Comentarios


Al añadir datos, entiendes y Aceptas las Condiciones de uso del Web y la Política de Privacidad para el uso del Web. Tu Ip es : 216.73.216.34

0 comentarios. Página 1 de 0

© HGM Network S.L. || Términos y Condiciones || Protección de datos | Política de Cookies